Audição
Todo corpo capaz de vibrar provoca um som que é facilmente percebido pelo nosso sistema auditivo.
Podemos verificar isso quando esticamos um elástico entre os dedos e aplicamos uma força sobre este elástico esticado. Se o aproximarmos dos nossos ouvidos, observaremos um som característico deste material, o mesmo ocorre com a corda de um violão. Esse movimento vibratório se dá quando as moléculas de um corpo são desviadas da sua posição de equilíbrio e depois abandonadas, voltando ao equilíbrio vagarosamente. Quando um corpo sonoro está em vibração na atmosfera, os movimentos que faz se comunicam com o ar que o cerca, chegando aos nossos ouvidos. Quando na atmosfera um corpo vibra de forma constante, sucessiva, o ar entra em vibração e propaga o som em todas as direções através de ondas sonoras, portanto, o som é propagado através dessas ondas sonoras, que são resultantes de um movimento vibratório. À medida que essas ondas sonoras se afastam da origem do movimento vibratório, o som vai enfraquecendo até se extinguir.
As vibrações sonoras podem ser realizadas de forma regular e irregular, ou seja, com períodos iguais, constantes, sucessivos ou desiguais. Na forma regular temos o som e na forma irregular temos o ruído (som distorcido e desagradável).
As qualidades ou características básicas de um som são: a intensidade, a altura e o timbre: a intensidade é a qualidade do som de tornar-se perceptível a maior ou menor distância, é o volume do som; a altura é a qualidade pela qual se distingue um som grave de outro agudo, depende diretamente da frequência do movimento vibratório, quando maior a frequência (número de vibrações), mais agudo será som, quanto menor a frequência, mais grave será o som; o timbre é a qualidade que permite distinguir dois sons produzidos por instrumentos diferentes mesmo que estejam com a mesma frequência.
Percebendo o Som
Esse aparelho é formado por três partes distintas:

1) Canal auditivo
2) Tímpano
3) Martelo
4) Bigorna
5) Estribo
6) Janela oval
7) Tromba de Eustáquio
8) Cóclea
9) Nervo auditivo
Como determinados sons podem ser belos a alguns ouvidos e terríveis a outros? Por que alguns indivíduos não conseguem ficar sem a música e outros são totalmente indiferentes? E por que, entre bilhões de cérebros, só alguns são capazes de criar a música do êxtase?
Essas perguntas não são novas, nós as encontramos em Platão , Kant , Nietzsche. No entanto, foi apenas por volta do século passado que os cientistas resolveram levar a música para seus laboratórios com o intuito de verificar tais acontecimentos.
O Ouvido
A música entra pelas orelhas, passando pelo canal do ouvido até chegar ao tímpano, instalado no final desse canal. Até este ponto, o som viaja em forma de ondas de pressão através do ar, após bater no tímpano, prosseguirá seu caminho com movimentos mecânicos.
Logo além do tímpano, está o ouvido médio onde três ossos com formas estranhas, os ossículos, estão presos a ligamentos de modo que o tímpano empurra o primeiro, denominado martelo, que esbarra no segundo, a bigorna e este, dá um puxão no terceiro, o estribo, jogando o som para dentro de uma abertura que leva ao ouvido interno, cheio de fluido, onde os neurônios (células nervosas) estão à espera dele.
Quando você fala ou canta, o som viaja não apenas de seus lábios para suas orelhas, mas também diretamente por sua cabeça, até chegar ao ouvido interno. De certo modo, você escuta a si mesmo duas vezes, uma pelo canal do ouvido e a outra, pelos ossos da cabeça. O transporte do som pelos ossos torna o som mais alto do que seria de outra forma e muda o conteúdo da receita sonora (a frequência).
Isso explica por que não reconhecemos nossa própria voz numa gravação em fita K7. Essa gravação contém parte da voz que você escuta
O Ouvido Médio
O Ouvido Interno
Identificando os sons
Mesmo perdendo um pouco desta mobilidade auditiva não somos tão ineficientes na localização dos sons.
No entanto, as corujas são as campeãs, observam suas caças auditivamente com uma margem de erro ínfimo.
Ressonadores Vocais e os Órgãos Articuladores
A voz não impostada, não trabalhada, geralmente é apoiada na garganta, emitindo, assim, sons imperfeitos, sem brilho, mesmo que o timbre seja muito bonito e agradável.
Você já deve ter ouvido falar em “cantar na máscara”, ou seja, utilizar os ressonadores faciais. Observe os ressonadores faciais fazendo este simples teste: coloque uma das mãos encostadas no “Pomo de Adão”, que é a saliência da laringe e a outra entre o lábio superior e o nariz, apenas encoste a mão. Não faça força nem aperte. Com a boca fechada produza um som qualquer, como um “HUM”. Se observar uma vibração no “Pomo” você está apoiando a voz na garganta e não nos ressonadores faciais, caso a vibração maior seja abaixo do nariz você estará no caminho certo, utilizando esses ressonadores faciais. Não se preocupe, faremos outros exercícios para tal desenvolvimento.
Uma voz que não utiliza os ressonadores faciais tende a provocar um desgaste obrigando o cantor a um esforço desnecessário e, sem dúvida, sua voz será envelhecida prematuramente.
Os órgãos articuladores são: os lábios, os dentes, a língua, o palato duro, o véu palatar e a mandíbula e são encarregados de transformar a voz em voz falada ou cantada. Qualquer deficiência de articulação irá dificultar o entendimento do que se canta.
É importantíssimo saber pronunciar bem as palavras de acordo com o idioma e suas regras, explorando os articuladores na forma correta dos vocábulos. A cavidade bucal sofre diversas alterações de tamanho e forma pelos movimentos da língua, considerada como o principal órgão da articulação, pois apresenta uma enorme variabilidade de movimentos pela ação dos seus músculos.
Abertura da Garganta
Para entendermos melhor vamos fazer uma experiência?
Ouve um aumento considerável do espaço interno da boca, não é?
Posição da boca
O maxilar deverá estar bem relaxado procurando não projetá-lo para frente ou para os lados, a língua deverá ser mantida na maior parte do tempo abaixada e relaxada.
Percepção Sonora O MECANISMO DA AUDIÇÃO
Assim, a compressão do ar adjacente de uma corda de violino cria uma pressão extra nessa região, e isso, por sua vez, faz com que o ar um pouco mais afastado se torne pressionado também. A pressão nessa segunda região comprime o ar ainda mais distante, e esse processo repete-se continuamente até que a onda finalmente alcança a orelha.
A orelha humana é um órgão altamente sensível que nos capacita a perceber e interpretar ondas sonoras em uma gama muito ampla de freqüências (16 a 20.000 Hz - Hertz ou ondas por segundo).

Percepção Sonora O MECANISMO DA AUDIÇÃO
Assim, a compressão do ar adjacente de uma corda de violino cria uma pressão extra nessa região, e isso, por sua vez, faz com que o ar um pouco mais afastado se torne pressionado também. A pressão nessa segunda região comprime o ar ainda mais distante, e esse processo repete-se continuamente até que a onda finalmente alcança a orelha.
A orelha humana é um órgão altamente sensível que nos capacita a perceber e interpretar ondas sonoras em uma gama muito ampla de freqüências (16 a 20.000 Hz - Hertz ou ondas por segundo).
A captação do som até sua percepção e interpretação é uma sequência de transformações de energia, iniciando pela sonora , passando pela mecânica , hidráulica e finalizando com a energia elétrica dos impulsos nervosos que chegam ao cérebro.
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/ - http://www.clubedoaudio.com.br/
Emagrecer é difícil. Permanecer magro é mais complicado ainda, principalmente nas primeiras fases da mudança, quando você ainda está se adaptando à nova condição. Precisa ter muita fora de vontade para manter uma alimentação correta, afirma a nutricionista do Minha Vida, Karina Gallerani.
-Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos, como herança, esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos e a cada partilha proposta, segue-se a recusa dos outros dois, a metade de 35 é 17 e meio ! Como fazer a partilha se a terça parte e a nona parte de 35 camelos e a cada partilha proposta, segue-se novamente a recusa.
Neste ponto, procurei intervir na questão: “Não posso consentir semelhante loucura! Como poderíamos concluir a viagem, se ficássemos sem o camelo ?”

O túnel do carpo é uma passagem que vai do antebraço até o punho – mais ou menos no local onde se coloca o relógio de pulso. Os ossos nesta região formam três paredes, ligadas por um ligamento largo e espesso. O nervo mediano, que inerva o polegar, o indicador, o dedo médio e os nove tendões que flexionam os dedos, passa por este Túnel. Este nervo também inerva os músculos da base do polegar (músculos tênares).
Quando uma manada de búfalos é caçada, só os búfalos mais fracos e lentos, em geral doentes, que estão atrás do rebanho, são mortos.
- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir busca-ló - disse um soldado ao seu tenente.
O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.














